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Mocambique1 Angola Angola2 Angola Angola4 Japao1 Japao2 Japao3
Ordenação presbiteral de Rui Ferreira

Dia 02 de Julho, pelas 16h00, no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, houve ordenações presbiterais e de diáconos permanentes, em cerimónia presidida pelo Senhor Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. A par dos quatro novos presbíteros do Patriarcado de Lisboa, também se contou com a ordenação presbiteral do Diácono Rui Ferreira, membro da SMBN.

O P. Rui Jorge Santos Vieira Ferreira, é filho de Carlos António Ferreira e de Maria Helena dos Santos Vieira. Nasceu a 31/03/1981 na freguesia de S. Pedro e S. Tiago, concelho de Torres Vedras, Diocese de Lisboa. Tem Curso de psicologia do Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Entrou no Seminário da Boa Nova em 2009. Fez o estágio intermédio na Paróquia de Maria Auxiliadora, em Pemba, Moçambique, no ano de 2013. Terminou o quinquénio teológico em 2016 e é, actualmente, o Director-Adjunto do Ano de Formação em Cernache do Bonjardim.

A casa de Lisboa da SMBN organizou um jantar e acolheu perto de uma centena de pessoas que se quiseram associar ao neo-presbítero neste dia tão importante para o próprio e para a SMBN. Dia 3 de Julho, o P. Rui celebrou a Eucaristia na Capelinha das Aparições em Fátima. No próximo Domingo, dia 9 de julho, celebrará solenemente na paróquia da Silveira, concelho de Torres Vedras, onde moram ao seus pais.

Deus acompanhe a vida e a missão do novo Padre.


 
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MISAL Intercontinental 2018

O encontro MISAL (superiores gerais das Sociedades de Vida Apostólica) realiza-se todos os anos, em duas modalidades: MISAL Continental (anos ímpar) e MISAL Intercontinental (anos par). Este ano, o lugar do encontro é Hong Kong, estando o acolhimento a cargo da Sociedade Missionária de S. Columbano (Missionary Society of St. Columban), que celebra este ano o primeiro centenário da sua aprovação pelo Vaticano. O Superior Geral da SMBN, P. Adelino Ascenso, é um dos 37 participantes que representam as 21 Sociedades de Vida Apostólica presentes no evento; apenas duas das 23 atualmente existentes no mundo não participaram este ano.

Igreja e Missão 237

 

Adelino Ascenso
O Samurai de Shūsaku Endō: Uma viagem espiritual

 

Joaquim Domingos da Cunha Areais
O ambiente histórico, cultural e religioso envolvente da comunidade joanina: Génese do Quarto Evangelho

 

Rui Pedro Vasconcelos
O jardim que a ausência permite: Uma leitura da obra Amigo e Amiga de Maria Gabriela Llansol

 

Editorial


Diz o norte-americano de origem japonesa Makoto Fujimura, na sua obra Silence and Beauty, que a cultura japonesa não aceita com facilidade influências que venham de fora e rejeita novas ideias que possam ameaçar a harmonia do grupo. De facto, a harmonia (wa em japonês) é um conceito tão importante, que foi incluído na primeira Constituição, promulgada pelo príncipe Shōtoku Taishi (574-622) em 604 (Artigo 1: «A harmonia deve ser valorizada e as contendas evitadas…»). Se não se entender a importância do sentido de filiação grupal na cultura japonesa, será difícil compreender o pensamento do japonês comum. Há categorias de grupos que são determinantes para o indivíduo no Japão. Ele ou ela terá de pertencer a uma família ou vizinhança e, simultaneamente, deve estar agregado/a a alguma companhia, escola, colégio ou universidade. As decisões são tomadas dentro de tais categorias ou na relação entre elas. Decisões pessoais não são permitidas, uma vez que perturbam a harmonia desses grupos. É aqui que entra em acção o termo wa: o individual ao serviço da comunidade. A cultura e a vida social japonesas estão centradas neste conceito de harmonia com os outros, tanto os vivos como os mortos; a harmonia com os deuses e com a natureza também é central nesta concepção da vida. Uma expressão tão breve como wa possui uma força e um sentido que percorrem toda a cultura japonesa, como que um caminho de luz. Wa é sobre harmonia, inclusivismo, corporativismo e equilíbrio entre pessoas, grupos, natureza, antepassados, deuses e religiões.

 

 
 
 
 
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