http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/768238Mo__ambique.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/399617_sMo__ambique1.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/812008_sAngola1.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/867587_sAngola2.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/395244_sAngola3.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/996574_sAngola5.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/744963_sJap__o3.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/749718_sJap__o4.jpglink
http://missionarios.boanova.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/121613_sJap__o7.jpglink
Mocambique1 Angola Angola2 Angola Angola4 Japao1 Japao2 Japao3
P. Adelino Ascenso, sobre "Silêncio"

Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão, sobre o romance "Silêncio", transmitida no programa Ecclesia na segunda-feira, dia 16/01/2017.

 

Para Shusaku Endo, o silêncio no romance Silêncio não é a ausência de palavras ou da mensagem de Deus em face do sofrimento. O sentido é, sim, que dentro do «silêncio» existe uma voz escondida que devemos aprender a escutar, sinais ocultos que devemos aprender a decifrar. Isto é o murmúrio de Deus por detrás do silêncio.

O autor sugere que o leitor considere a interrelação entre religião e literatura como gémeos siameses sentados em frente um do outro. O julgamento da obra literária de acorco com o ponto de vista teológico é embaraçoso para os escritores. De facto, religião e literatura não são antonímicas mas sim correlativas. Colocam-se questões mutuamente e a literatura expressa competentemente as investigações sobre o homem e sobre a alma, sendo um meio de exprimir o inexprimível e de perceber o sussurro de Deus por detrás do silêncio.

 
<< Início < Anterior 11 12 13 14 15 16 17 18 Seguinte > Final >>

Pág. 11 de 18

Irmão António Maria Marçal (07/07/1917 − 09/10/2017)

Filho de Luís Maria Marçal e de Carolina Augusta, nasceu em Izeda, Bragança. Entrou no Seminário de Cucujães no dia 28 de setembro de 1944 como aspirante a Irmão. Fez a sua primeira consagração missionária no dia 15 de setembro de 1947 sendo colocado no Seminário de Cernache do Bonjardim como despenseiro e hortelão. Nomeado para a Região de Nampula (Moçambique), para lá partiu no dia 23 de novembro de 1948, tendo exercido a sua atividade nas Missões de Malatane e Meconta com extraordinária dedicação. Foi em Nampula que se consagrou perpetuamente à obra missionária no dia 15 de setembro de 1950.

Em dezembro de 1974, regressou a Portugal, trabalhando em Cucujães. No início de 1977 ao ser nomeado para o Brasil. Depois de uma breve estadia no Alto Piquiri, Paraná, foi com o P. Joaquim Valente iniciar a paróquia de Sete Quedas, Mato Grosso do Sul.

Tendo regressado a Portugal, em fevereiro de 2006, sempre com o desejo de voltar ao Brasil, passou estes anos entre Cernache e Cucujães, até passar a residir definitivamente no Lar de Santa Teresinha.

Foi o primeiro membro dos Missionários da Boa Nova a ultrapassar os 100 anos. Faleceu na madrugada de 09 de outubro de 2017 no Lar Santa Teresinha.

Paz à sua alma.

75 anos das relações entre a Santa Sé e o Japão

As comemorações organizadas pela Embaixada Japonesa incluíram a celebração da eucaristia na Igreja de Jesus no dia 11 de Outubro, em Roma, e um Simpósio no dia seguinte, 12 de outubro, na Universidade Gregoriana, na mesma cidade.

A eucaristia foi presidida pelo secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, sendo concelebrada por seis bispos japoneses e muitos sacerdotes.
O simpósio abordou aspetos relevantes da história do cristianismo no Japão e do diálogo com a cultura nipónica. Intervieram dois professores de História da Igreja, os PP. Shinzo Kawamura, SJ, e Delio Mendonça, SJ, e o P. Adelino Ascenso, Superior Geral da SMBN, que proferiu uma conferência intitulada “Shusaku Endo e a Igreja no Ocidente e no Oriente.”


 

 
 
 
 
Share